Converter um documento escaneado para 300 DPI
AntesDepois

Sem cadastro · sem marca d’água · ilimitado · no seu dispositivo
ou solte aqui
Verificando o que este aparelho consegue fazer…

Mais resolução e bordas mais definidas.

Transforma os quadradinhos em degradês.

Tira o granulado e mantém as bordas.

Aperta as bordas sem mudar o tamanho.

2× ou 4×, fotos e ilustrações.

2×, 3× ou 4× na sua própria GPU.

Bordas definidas, sem halo.

Aperta as bordas, quadro a quadro.

Tira os blocos e o ruído da compressão.
Ache o caso que você tem. Cada linha diz o que esperar e para qual método a medição aponta.
AntesDepois
AntesDepois
AntesDepoisArraste o escaneamento, a foto ou a captura de tela para a caixa acima. Nada é enviado: o arquivo é aberto dentro da aba.
O valor fica no painel de ajustes, com 300 como padrão. A ampliação quem diz é a tabela mais abaixo: tamanho final vezes DPI são os pixels de que você precisa.
Sai um PNG com cabeçalho pHYs de verdade. A conferência que não custa nada: veja as dimensões em pixels antes e depois. Se não mudaram, nada mudou.
Porque o DPI não é uma propriedade da imagem. É um número no cabeçalho do arquivo, e reescrevê-lo é uma alteração de nove bytes.
O DPI diz quantos pixels colocar em cada polegada impressa: nove bytes no arquivo, alteráveis sem nem decodificar a imagem. É isso que fazem as ferramentas que ranqueiam nesta busca, e a primeira delas escreve isso com as próprias palavras — a qualidade real da imagem não é afetada.

Só metadado · 1200 × 1904 · os pixels do começo

Esta página, 2× · 2400 × 3808 · 34,4 dB do original

Um escaneamento real de 2400 px · o mestre com que este teste foi montado
Os 300 DPI gravados aqui são reais — o macOS e o ImageMagick leem de volta do arquivo. A outra conferência não custa nada: anote as dimensões em pixels antes e depois. Se não mudaram, nada mais mudou.
Seu original está nítido ou borrado? Medido duas vezes sobre os mesmos catorze documentos, a ordem se inverte — então aqui não existe um melhor método.
| Método | Escolha quando◆ | Escaneamentos nítidos | Escaneamentos borrados | Custo |
|---|---|---|---|---|
| Equilibrado (padrão) | Você está na dúvida, ou o original já parece nítido | melhor opção grátis | segunda melhor opção grátis | sem download · 65 ms |
| Restaurar e ampliar (2×) | O escaneamento parece borrado antes de rodar — a foto de celular também | nono — não use aqui | primeiro em 7 de 10, e à frente do padrão nos 10 | 924 KB · 130 ms |
| Tirar quadradinhos (treinado) | Capturas de tela, ou qualquer coisa muito comprimida | entre os dois primeiros, ganha 5 de 10 | entre os dois primeiros, ganha do padrão por 10 a 0 | 4,9 MB · 851 ms |
| Foto (fonte granulada) | Você precisa de quatro vezes o tamanho numa passada só | meio da tabela em 4× | o melhor em 4× | 5,9 MB · 514 ms |

Equilibrado, num escaneamento borrado · sem download · 30,6 dB

Restaurar e ampliar (2×) · 924 KB · 33,0 dB

O escaneamento original · mestre de 1920 px
Tamanho final em polegadas vezes o DPI. Em milímetros: divida por 25,4 e depois multiplique. Confira o seu arquivo nesta tabela antes de escolher a ampliação — é aqui que se decide entre 2× e 4×.
| Tamanho final | A 300 DPI◆ | A 150 DPI | Uso típico |
|---|---|---|---|
| Cartão de visita · 90 × 50 mm | 1063 × 591 | 531 × 295 | lido na mão |
| Cartão com 3 mm de sangria · 96 × 56 mm | 1134 × 661 | 567 × 331 | arte que sangra no corte |
| Foto 10 × 15 cm · 100 × 150 mm | 1181 × 1772 | 591 × 886 | revelação, cartão-postal |
| A5 · 148 × 210 mm | 1748 × 2480 | 874 × 1240 | panfleto, convite |
| A4 · 210 × 297 mm | 2480 × 3508 | 1240 × 1754 | documento, folder, currículo |
| A3 · 297 × 420 mm | 3508 × 4961 | 1754 × 2480 | cartaz, planta |
| A1 · 594 × 841 mm | 7016 × 9933 | 3508 × 4967 | pôster visto a um metro |
| Lona · 80 × 120 cm | 9449 × 14173 | 4724 × 7087 | banner, visto de longe |
Não esqueça a sangria. Se a arte vai até a borda, as gráficas costumam pedir 3 mm para cada lado — por isso a segunda linha da tabela já traz o cartão com sangria. Os outros números são o tamanho final puro.
Duas leituras práticas. A coluna de 150 DPI não é um jeitinho para peça grande: uma lona é olhada de uma distância em que 300 pontos por polegada são invisíveis. E se o seu arquivo já alcança a coluna de 300 DPI, não há nada a refazer — ampliação 1×, grava o DPI e pronto.
Duas coisas precisam acontecer, nesta ordem: a imagem precisa de mais pixels e depois o arquivo precisa declarar 300 DPI. Solte um arquivo acima e as duas acontecem na sua própria placa de vídeo — a imagem é refeita em 2×, 3× ou 4× e o PNG de saída leva um cabeçalho pHYs real dizendo 300 pontos por polegada.
Fazer só a segunda metade é o que um conversor de DPI normalmente quer dizer. Leva uma fração de segundo, não custa nada e devolve um arquivo que imprime exatamente como antes. Não há nada de falso nisso; só não resolve o problema com que as pessoas chegam.
O 4× entrega a contagem de pixels, não a qualidade do traço — nessa ampliação nenhum método medido chegou perto da definição de borda do original.
Escrever o número não faz nada. Acrescentar pixels faz alguma coisa, e quanto depende do que você tem na mão.
O maior ganho medido, e o que ninguém espera. Em dez documentos suavizados, «Restaurar e ampliar (2×)» ganhou da reconstrução simples todas as vezes, de 0,3 a 2,4 dB — mais do que a distância entre dois métodos quaisquer em material nítido. Custa 924 KB de download e cerca do dobro do tempo.
Texto sintético sobre fundos chapados se refaz muito bem, e a opção treinada abriu 3,5 dB sobre o padrão nas duas capturas de área de trabalho nítidas testadas. Se você vai colocar uma captura num documento impresso, é o caso que a ferramenta trata melhor.
Se a sua contagem de pixels já alcança a tabela acima, você só precisa do cabeçalho. Refazer um arquivo que não precisa custa um pouco de nitidez à toa: escolha 1× e apenas grave o DPI.
É seguro e não estraga nada, mas trocar de método quase não muda: num relatório datilografado de 1945 os seis melhores métodos ficaram dentro de 0,85 dB. O que o papel tem, você recebe — uma reconstrução cuidadosa não estraga e também não inventa mais.
Você vai ter a contagem de pixels que a gráfica pede. Não vai ter o traço: medido contra um escaneamento real de alta resolução, nenhum método em 4× manteve mais de 81% da energia de borda do original em originais nítidos nem mais de 55% em borrados, caindo a 24% em papel datilografado. Usável, não nítido.
As piores notas de tudo o que foi testado: um mapa gravado de 1730 voltou com 16,4 dB contra 36,8 de uma carta datilografada. Em meia resolução, cem traços gravados por polegada já se fundiram, e a reconstrução funde com ainda mais convicção. Nenhum método daqui enxerga através disso.
Solte o arquivo acima, escolha uma ampliação e baixe. O resultado é um PNG com mais pixels e um cabeçalho pHYs declarando 300 DPI, então programas de diagramação e gráficas leem como imagem de 300 DPI e posicionam no tamanho físico certo. Sem cadastro, sem contador de créditos e sem marca d'água, e o arquivo nunca é enviado: a reamostragem roda na sua própria placa de vídeo.
Sozinho não — e um designer brasileiro já resumiu isso melhor do que qualquer conversor: converter imagem pra 300 DPI não faz milagre. O DPI é um número no cabeçalho do arquivo que diz à impressora de que tamanho imprimir cada pixel. Passar de 72 para 300 sem mexer nos pixels não acrescenta detalhe: manda a impressora espremer os mesmos pixels numa área menor, então a impressão sai menor, não melhor. O que ajuda de verdade é ter mais pixels. Esta página refaz a imagem primeiro e grava o DPI depois.
Depende do tamanho impresso, e é por isso que a pergunta só tem resposta com as duas informações juntas. Multiplique o tamanho final em polegadas pelo DPI. Em milímetros, divida por 25,4 antes: um A4 tem 210 × 297 mm, ou seja 2480 × 3508 pixels a 300 DPI. A tabela acima cobre os formatos que as gráficas brasileiras cotam.
Porque o Paint grava o arquivo sem preservar o campo de resolução: o que você definiu no diálogo de impressão não vai junto com o arquivo, e qualquer programa que o abrir vê o padrão de tela. A resposta que costuma aparecer nos fóruns é comprar um editor profissional, e ela não é necessária. Passe o arquivo por esta página: os pixels são refeitos e o PNG que sai carrega um cabeçalho pHYs de verdade, que o macOS e o ImageMagick leem de volta.
Completamente, e é a coisa mais útil desta página. Cada método foi medido duas vezes sobre os mesmos catorze documentos: uma com escaneamentos nítidos e outra com os mesmos passados por um desfoque de lente. A ordem se inverte. Em originais nítidos o padrão é a melhor opção grátis e o de restauração fica em nono; em originais borrados esse mesmo método de restauração ganha do padrão nos dez, por até 2,4 dB. Ele se chama «Restaurar e ampliar (2×)».
2× sempre que a conta permitir. Medido contra um escaneamento real de alta resolução da mesma página, o padrão mantém entre 75% e 97% da energia de borda do original em 2×. Em 4× nada consegue: entre 59% e 81% em originais nítidos, entre 29% e 55% em borrados, e até 24% em papel datilografado. O 4× entrega a contagem de pixels que a gráfica pede; não entrega o traço.
Porque o que esta página entrega é um arquivo com um cabeçalho pHYs de verdade, e esses nove bytes só existem em PNG. O PNG também é sem perdas, então uma imagem recém-refeita não volta a se degradar na hora por compressão JPEG. Se a sua gráfica pedir JPEG ou TIFF, converta depois — os pixels já vão estar lá.
Não. A reamostragem roda na sua GPU e o cabeçalho é reescrito no seu navegador. Carregue a página, desconecte a internet, e continua funcionando. Para ser justo com as alternativas: alguns conversores que só mexem em metadados também são totalmente locais. A diferença não é onde o trabalho acontece, é se algum trabalho acontece nos pixels.
Não, e a razão vale mais do que uma lacuna. O DPI é gravado no arquivo na sua própria máquina, no passo logo depois da codificação; um modelo rodando num servidor devolve os bytes dele, e esses não carregam o campo. Um arquivo que voltasse da nuvem imprimiria no tamanho que o cabeçalho dele afirmasse, que é exatamente o problema que esta página existe para resolver. Se você quer modelos na nuvem para a imagem em si, a página de qualidade de imagem tem.