FreeUpscaler

Mudar o DPI da imagem

A amostra depois de processada
A amostra antes do processamento
AntesDepois · 3×

Sem cadastro · sem marca d’água · ilimitado · no seu dispositivo

Verificando o que este aparelho consegue fazer…

Mais ferramentas

Qual é o seu?

O que você vai converter para 300 DPI?

Ache o caso que você tem. Cada linha diz o que esperar e para qual método a medição aponta.

Converter um documento escaneado para 300 DPI

O caso padrão: um escaneamento de mesa ou uma página de PDF exportada que a gráfica recusou por resolução. Letras nítidas são o caso fácil — deixe o método padrão e escolha a menor ampliação que alcance a contagem de pixels do seu tamanho de impressão.
Uma carta datilografada sobre uma mesa, com pixels de menos para ler na metade esquerda, nítida na direitaAntesDepois

Aumentar o DPI da imagem de um documento fotografado

Um contrato fotografado em cima da mesa, uma nota fiscal de um scanner velho. Borrado mais do que pequeno — e é aqui que o método importa mais do que qualquer outra coisa desta página: a opção de restauração ganhou do padrão nos dez escaneamentos borrados testados.
Uma página de contrato fotografada numa mesa, pastosa na metade esquerda, nítida na direitaAntesDepois

Mapas antigos, jornais e gravuras

Hachuras densas e pontos de retícula tiveram as piores notas de tudo o que foi testado. Continua funcionando e a contagem de pixels você consegue igual — só saiba que cem traços gravados por polegada já tinham se fundido antes de o arquivo chegar até você.
Uma página de jornal antiga, com as colunas viradas blocos na metade esquerda, nítida na direitaAntesDepois
Como usar

Converter imagem para 300 DPI em três passos

  1. Passo 1

    Solte o arquivo

    Arraste o escaneamento, a foto ou a captura de tela para a caixa acima. Nada é enviado: o arquivo é aberto dentro da aba.

  2. Passo 2

    Escolha 300 DPI e a ampliação

    O valor fica no painel de ajustes, com 300 como padrão. A ampliação quem diz é a tabela mais abaixo: tamanho final vezes DPI são os pixels de que você precisa.

  3. Passo 3

    Baixe e confira as dimensões

    Sai um PNG com cabeçalho pHYs de verdade. A conferência que não custa nada: veja as dimensões em pixels antes e depois. Se não mudaram, nada mudou.

A pegadinha

Converter para 300 DPI não faz milagre — e aqui está por quê

Porque o DPI não é uma propriedade da imagem. É um número no cabeçalho do arquivo, e reescrevê-lo é uma alteração de nove bytes.

O DPI diz quantos pixels colocar em cada polegada impressa: nove bytes no arquivo, alteráveis sem nem decodificar a imagem. É isso que fazem as ferramentas que ranqueiam nesta busca, e a primeira delas escreve isso com as próprias palavras — a qualidade real da imagem não é afetada.

Só metadado — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

Só metadado · 1200 × 1904 · os pixels do começo

Esta página, 2× — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

Esta página, 2× · 2400 × 3808 · 34,4 dB do original

Um escaneamento real de 2400 px — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

Um escaneamento real de 2400 px · o mestre com que este teste foi montado

Os três cobrem a mesma área de papel. O da esquerda é fisicamente metade do tamanho porque tem um quarto dos pixels. O da direita é o teto, e a distância é a falta real.

Os 300 DPI gravados aqui são reais — o macOS e o ImageMagick leem de volta do arquivo. A outra conferência não custa nada: anote as dimensões em pixels antes e depois. Se não mudaram, nada mais mudou.

No seu aparelho

Formas grátis de aumentar o DPI da imagem, e qual escolher

Seu original está nítido ou borrado? Medido duas vezes sobre os mesmos catorze documentos, a ordem se inverte — então aqui não existe um melhor método.

MétodoEscolha quando◆Escaneamentos nítidosEscaneamentos borradosCusto
Equilibrado (padrão)Você está na dúvida, ou o original já parece nítidomelhor opção grátissegunda melhor opção grátissem download · 65 ms
Restaurar e ampliar (2×)O escaneamento parece borrado antes de rodar — a foto de celular tambémnono — não use aquiprimeiro em 7 de 10, e à frente do padrão nos 10924 KB · 130 ms
Tirar quadradinhos (treinado)Capturas de tela, ou qualquer coisa muito comprimidaentre os dois primeiros, ganha 5 de 10entre os dois primeiros, ganha do padrão por 10 a 04,9 MB · 851 ms
Foto (fonte granulada)Você precisa de quatro vezes o tamanho numa passada sómeio da tabela em 4×o melhor em 4×5,9 MB · 514 ms
Equilibrado, num escaneamento borrado — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

Equilibrado, num escaneamento borrado · sem download · 30,6 dB

Restaurar e ampliar (2×) — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

Restaurar e ampliar (2×) · 924 KB · 33,0 dB

O escaneamento original — um recorte do mesmo quadro exibido em 100%

O escaneamento original · mestre de 1920 px

Uma carta datilografada de 1914, suavizada e depois dobrada. A maior diferença medida em toda a página: +2,4 dB — e esse mesmo método fica em nono em originais nítidos. Não é um método melhor: é um método para outro original.
A conta

Quantos pixels o seu tamanho de impressão pede?

Tamanho final em polegadas vezes o DPI. Em milímetros: divida por 25,4 e depois multiplique. Confira o seu arquivo nesta tabela antes de escolher a ampliação — é aqui que se decide entre 2× e 4×.

Tamanho finalA 300 DPI◆A 150 DPIUso típico
Cartão de visita · 90 × 50 mm1063 × 591531 × 295lido na mão
Cartão com 3 mm de sangria · 96 × 56 mm1134 × 661567 × 331arte que sangra no corte
Foto 10 × 15 cm · 100 × 150 mm1181 × 1772591 × 886revelação, cartão-postal
A5 · 148 × 210 mm1748 × 2480874 × 1240panfleto, convite
A4 · 210 × 297 mm2480 × 35081240 × 1754documento, folder, currículo
A3 · 297 × 420 mm3508 × 49611754 × 2480cartaz, planta
A1 · 594 × 841 mm7016 × 99333508 × 4967pôster visto a um metro
Lona · 80 × 120 cm9449 × 141734724 × 7087banner, visto de longe

Não esqueça a sangria. Se a arte vai até a borda, as gráficas costumam pedir 3 mm para cada lado — por isso a segunda linha da tabela já traz o cartão com sangria. Os outros números são o tamanho final puro.

Duas leituras práticas. A coluna de 150 DPI não é um jeitinho para peça grande: uma lona é olhada de uma distância em que 300 pontos por polegada são invisíveis. E se o seu arquivo já alcança a coluna de 300 DPI, não há nada a refazer — ampliação 1×, grava o DPI e pronto.

Como converter uma imagem para 300 DPI de graça?

Duas coisas precisam acontecer, nesta ordem: a imagem precisa de mais pixels e depois o arquivo precisa declarar 300 DPI. Solte um arquivo acima e as duas acontecem na sua própria placa de vídeo — a imagem é refeita em 2×, 3× ou 4× e o PNG de saída leva um cabeçalho pHYs real dizendo 300 pontos por polegada.

Fazer só a segunda metade é o que um conversor de DPI normalmente quer dizer. Leva uma fração de segundo, não custa nada e devolve um arquivo que imprime exatamente como antes. Não há nada de falso nisso; só não resolve o problema com que as pessoas chegam.

O 4× entrega a contagem de pixels, não a qualidade do traço — nessa ampliação nenhum método medido chegou perto da definição de borda do original.

Expectativa

O que aumentar o DPI resolve e o que não resolve

Escrever o número não faz nada. Acrescentar pixels faz alguma coisa, e quanto depende do que você tem na mão.

  • Melhora muito

    Um escaneamento borrado ou levemente fora de foco

    O maior ganho medido, e o que ninguém espera. Em dez documentos suavizados, «Restaurar e ampliar (2×)» ganhou da reconstrução simples todas as vezes, de 0,3 a 2,4 dB — mais do que a distância entre dois métodos quaisquer em material nítido. Custa 924 KB de download e cerca do dobro do tempo.

  • Melhora muito

    Capturas de tela e de interfaces

    Texto sintético sobre fundos chapados se refaz muito bem, e a opção treinada abriu 3,5 dB sobre o padrão nas duas capturas de área de trabalho nítidas testadas. Se você vai colocar uma captura num documento impresso, é o caso que a ferramenta trata melhor.

  • Melhora muito

    Um original que já é grande o bastante

    Se a sua contagem de pixels já alcança a tabela acima, você só precisa do cabeçalho. Refazer um arquivo que não precisa custa um pouco de nitidez à toa: escolha 1× e apenas grave o DPI.

  • Melhora um pouco

    Páginas datilografadas ou impressas bem nítidas

    É seguro e não estraga nada, mas trocar de método quase não muda: num relatório datilografado de 1945 os seis melhores métodos ficaram dentro de 0,85 dB. O que o papel tem, você recebe — uma reconstrução cuidadosa não estraga e também não inventa mais.

  • Melhora um pouco

    Ir para 4× para alcançar um tamanho

    Você vai ter a contagem de pixels que a gráfica pede. Não vai ter o traço: medido contra um escaneamento real de alta resolução, nenhum método em 4× manteve mais de 81% da energia de borda do original em originais nítidos nem mais de 55% em borrados, caindo a 24% em papel datilografado. Usável, não nítido.

  • Não tem conserto

    Mapas antigos, gravuras e hachuras densas

    As piores notas de tudo o que foi testado: um mapa gravado de 1730 voltou com 16,4 dB contra 36,8 de uma carta datilografada. Em meia resolução, cem traços gravados por polegada já se fundiram, e a reconstrução funde com ainda mais convicção. Nenhum método daqui enxerga através disso.

FAQ

Perguntas frequentes

Como converter uma imagem para 300 DPI?

Solte o arquivo acima, escolha uma ampliação e baixe. O resultado é um PNG com mais pixels e um cabeçalho pHYs declarando 300 DPI, então programas de diagramação e gráficas leem como imagem de 300 DPI e posicionam no tamanho físico certo. Sem cadastro, sem contador de créditos e sem marca d'água, e o arquivo nunca é enviado: a reamostragem roda na sua própria placa de vídeo.

Mudar o DPI melhora mesmo a imagem?

Sozinho não — e um designer brasileiro já resumiu isso melhor do que qualquer conversor: converter imagem pra 300 DPI não faz milagre. O DPI é um número no cabeçalho do arquivo que diz à impressora de que tamanho imprimir cada pixel. Passar de 72 para 300 sem mexer nos pixels não acrescenta detalhe: manda a impressora espremer os mesmos pixels numa área menor, então a impressão sai menor, não melhor. O que ajuda de verdade é ter mais pixels. Esta página refaz a imagem primeiro e grava o DPI depois.

Quantos pixels são 300 DPI?

Depende do tamanho impresso, e é por isso que a pergunta só tem resposta com as duas informações juntas. Multiplique o tamanho final em polegadas pelo DPI. Em milímetros, divida por 25,4 antes: um A4 tem 210 × 297 mm, ou seja 2480 × 3508 pixels a 300 DPI. A tabela acima cobre os formatos que as gráficas brasileiras cotam.

Salvei em 300 DPI no Paint e voltou 96. Por quê?

Porque o Paint grava o arquivo sem preservar o campo de resolução: o que você definiu no diálogo de impressão não vai junto com o arquivo, e qualquer programa que o abrir vê o padrão de tela. A resposta que costuma aparecer nos fóruns é comprar um editor profissional, e ela não é necessária. Passe o arquivo por esta página: os pixels são refeitos e o PNG que sai carrega um cabeçalho pHYs de verdade, que o macOS e o ImageMagick leem de volta.

Meu escaneamento está borrado, não pequeno. Isso muda o método?

Completamente, e é a coisa mais útil desta página. Cada método foi medido duas vezes sobre os mesmos catorze documentos: uma com escaneamentos nítidos e outra com os mesmos passados por um desfoque de lente. A ordem se inverte. Em originais nítidos o padrão é a melhor opção grátis e o de restauração fica em nono; em originais borrados esse mesmo método de restauração ganha do padrão nos dez, por até 2,4 dB. Ele se chama «Restaurar e ampliar (2×)».

2× ou 4× para impressão?

2× sempre que a conta permitir. Medido contra um escaneamento real de alta resolução da mesma página, o padrão mantém entre 75% e 97% da energia de borda do original em 2×. Em 4× nada consegue: entre 59% e 81% em originais nítidos, entre 29% e 55% em borrados, e até 24% em papel datilografado. O 4× entrega a contagem de pixels que a gráfica pede; não entrega o traço.

Por que a saída é PNG se eu enviei um JPEG?

Porque o que esta página entrega é um arquivo com um cabeçalho pHYs de verdade, e esses nove bytes só existem em PNG. O PNG também é sem perdas, então uma imagem recém-refeita não volta a se degradar na hora por compressão JPEG. Se a sua gráfica pedir JPEG ou TIFF, converta depois — os pixels já vão estar lá.

Alguma coisa é enviada?

Não. A reamostragem roda na sua GPU e o cabeçalho é reescrito no seu navegador. Carregue a página, desconecte a internet, e continua funcionando. Para ser justo com as alternativas: alguns conversores que só mexem em metadados também são totalmente locais. A diferença não é onde o trabalho acontece, é se algum trabalho acontece nos pixels.

Tem opção de IA nesta página?

Não, e a razão vale mais do que uma lacuna. O DPI é gravado no arquivo na sua própria máquina, no passo logo depois da codificação; um modelo rodando num servidor devolve os bytes dele, e esses não carregam o campo. Um arquivo que voltasse da nuvem imprimiria no tamanho que o cabeçalho dele afirmasse, que é exatamente o problema que esta página existe para resolver. Se você quer modelos na nuvem para a imagem em si, a página de qualidade de imagem tem.

Converter para 300 DPI agora

Escolher arquivo